No Brasil, coisas de Brasil, o nosso Supremo Tribunal Federal que deveria preservar como ninguém o princípio da igualdade de todos perante a lei, deu um pulo do trono quando soube que o Banqueiro Daniel “amigo do lulinha” Dantas tinha sido algemado. Ora algema é para marginal ou melhor marginal pobre e com atestado de periculosidade firmado em cartório em três vias. Nos Estados Unidos, vejam que absurdo, até a “Branca de Neve” e a “Cinderela” são algemadas, não estou falando de fantasias sexuais, quando afrontam a lei. Vejam esta notícia da Folha de São Paulo abaixo.
O erotismo não tem época, vejam a Rita Rayworth, e digam se ela não dá inveja a muita gata de hoje. Um saudável saudosismo.
Quando Lula venceu a eleição presidencial deste generoso país do futebol e da roubalheira, disse a vários amigos que o fato dele ter sido escolhido e triunfado, só por si, já justificava, com grande marco, a sua presença na história brasileira. Era um nordestino retirante e semi-analfabeto que governaria. Não havia qualquer registro histórico parecido. Os acertos e erros que viessem seriam inconseqüentes. Graça a Deus, tirando a roubalheira que emerge a cada dia no PT e pousa nas páginas da impressa, seus atos estão mais para os acertos que para os erros. Fato similar acontece agora nos EUA. Um negro pode ser eleito para a presidência da nação rapinante. Sua eleição é um fato histórico único. Rezemos que o esporte preferido dos americanos brancos nazistas esteja em desuso, atirar em presidentes.
Thomas Hobbes, cujo sobrenome dá nome ao personagem de quadrinhos que mais me cativa (Calvin and Hobbes) – sou daqueles para quem uma criança é sagrada e não aceita quaisquer razões como justificativas para que sofram qualquer mal – diz em seus trabalhos que a vida é uma caminhada, um contínuo movimento à frente, onde ultrapassar é superar os obstáculos, humanos ou do destino, ser ultrapassado é ser vencido, por outros ou pelo destino, e parar de correr é morrer. Continuo caminhado, sou um andarilho em busca de um destino que sei incerto, e chamo outros para se somar ao meu caminho. Que sejam bons de espírito e que acreditem no bom destino. Ah… Mas tomem cuidado com a velocidade e com álcool ao volante, da cana (cadeia).
E parece que não tem diferença, vejam a como ela é sempre alerta.
Ontem fui levado a refletir sobre o desejo, e quase amaldiçoei o verbo querer no futuro do passado, na primeira pessoa do singular: eu queria. Não sou o primeiro que faz isto, sei por leituras já perdidas que o Budismo prega a supressão do desejo como elemento para ascensão ao nirvana. Você sofre porque deseja se não desejasse não sofreria. É verdade. Sempre pensamos no carro novo, no novo apartamento, na nova mulher, na viajem sonhada, em tudo que parece faltar a uma existência feliz. Mas não é assim, viver já é uma dávida. Continuar vivendo é lutar com esperança de conseguir o que se quer. Esperando que os dados do Criador ou do Acaso um dia sejam-lhes favoráveis, é o que eu desejo a todos os que lêem estas divagações irresponsáveis. E, o que eu quero com isto? Bem…Deixa pra lá.. Talvez apenas audiência. Que os dados sejam revelados. Por Tutatis!!!
Após uma longa noite estou de volta; espero que a inspiração não me falte. Peço desculpas aos poucos leitores…. Vamos recomeçar.
O Comandante Fidel pendurou as botas. Não irá mais ao trabalho. Aposentadoria compulsória, problemas de saúde. No nosso Brasil emprego público é permitido até os setenta anos. Besteira. Tem senador com mais do que isto, o que tira a moral do nosso Senado para criticá-lo, e por via transversa tira a moral de todo parlamento brasileiro. Um senador do Brasil pode então Fidel também pode. E… Cuba? Há, Cuba é cubana. Antes do Fidel era americana e os operários falavam espanhol. Uma aberração. Viva a Fidel.
Três fatos sobressaem no mundo hoje, neste final de fevereiro, a independência de Kosovo, a renúncia de Fidel e eleição de um negro ou uma mulher para a presidência dos Estados Unidos da América. Kosovo, para os que ainda não sabem, e que são muitos a contar pela pouca importância que dá a impressa da nossa província, é o local de origem das guerras européias e mundiais dês do fim do século XIX. O Massacre de Serbenica, a Guerra Servo-Croata, a morte do Arquiduque da Áustria, as Guerras Greco-Turcas; etc.. Acredito que antes da paz de Tito, com a sua finada Iugoslávia, e após ele, não se passou dez anos sem que uma guerra tenha assolado aquelas entidades que buscam constante soberania e hegemonia, naquelas paragens banhadas pelos mares gregos e Adriático. Mundo; vamos nos lembrar das guerras mundiais, que sangraram o planeta e começou bem alí, em Saravejo, e findou na rosa estúpida e inválida de Hiroshima. Paz. Paz. Paz.
Esta ocorrendo em Sampa um encontro de fanáticos por tecnologia de informação e cibernética, chamado: Campus Party 2008. Games de computador, robôs, softwares e tudo que satisfaça quem vive no mundo dos gigabytes; incluindo palestras e trabalhos de grupos. Numa destas palestras o Jornalista Pedro Dória faz previsões sobre profissão de jornalismo; muito pessimistas por sinal. Disse que a internet pode colocar qualquer um na condição de jornalista, ou seja, com capacidade de informar por um site, páginas na web e blogs, mas que não conhece um Blog que inove; que não traga apenas informações coletadas em outros Blogs e que faça apresentar o trabalho do Blogueiro. É; o caro jornalista ainda não acessou no nosso blog.
http://blog.estadao.com.br/blog/cparty2008/?blog=53&page=1&disp=posts&paged=2
